Conheça o livro que conta a história da mulher que construiu um império de champanhe

Dica literária do Zuppa: A trajetória da dona da Veuve Clicquot, uma das casas de champanhe mais famosas do mundo, é contada pela historiadora e professora Tilar J. Mazzeo no livro “A Viúva Clicquot”, lançado no Brasil pela editora Rocco.
Resultado de um extenso trabalho de pesquisa, o livro percorre os séculos 18 e 19, quando Barbe-Nicole Clicquot Ponsardin erguia a vinícola do falecido marido e transformava a empresa da família em um gigante comercial, conhecido internacionalmente.
Viúva aos 27 anos, sem nenhuma formação acadêmica, madame Clicquot tornou-se uma lenda por ser uma das primeiras mulheres a comandar uma grande marca. Uma das responsáveis por abrir espaço para o sexo feminino no mundo dos negócios, a “viúva Clicquot” enxergou além do seu tempo e não teve medo de se arriscar.
Mesmo sendo uma das maiores responsáveis por transformar o champanhe em sinônimo de luxo e glamour, a viúva Clicquot não inventou o espumante. Segundo documentos históricos, a bebida foi idealizada pelo monge beneditino Dom Pierre Pérignon alguns séculos antes dela nascer.
Curiosidades:
Por incrível que pareça, o nome da empresa, Veuve Clicquot (Viúva Clicquot em francês), não foi criado após a madame Clicquot ficar de fato viúva. Um pouco macabro, mas a denominação foi herdada por seu marido, François Clicquot, de seu pai Philippe Clicquot-Muiron, fundador da marca. Um detalhe: a empresa surgiu em 1772, no entanto, só decolou após a madame Clicquot ficar de fato viúva em 1805, 33 anos depois.
Teorias da conspiração a parte, a marca Veuve Clicquot cresceu e hoje tem o selo de autorização real da Rainha Elisabeth II para comercialização do champanhe na Grã-Bretanha. A madame morreu em 29 de julho de 1866, deixando uma empresa de sucesso, que atualmente é comandada pela neozelandesa Cloudy Bay Vineyards.
Dica literária do Zuppa: A trajetória da dona da Veuve Clicquot, uma das casas de champanhe mais famosas do mundo, é contada pela historiadora e professora Tilar J. Mazzeo no livro “A Viúva Clicquot”, lançado no Brasil pela editora Rocco.
Resultado de um extenso trabalho de pesquisa, o livro percorre os séculos 18 e 19, quando Barbe-Nicole Clicquot Ponsardin erguia a vinícola do falecido marido e transformava a empresa da família em um gigante comercial, conhecido internacionalmente.
Viúva aos 27 anos, sem nenhuma formação acadêmica, madame Clicquot tornou-se uma lenda por ser uma das primeiras mulheres a comandar uma grande marca. Uma das responsáveis por abrir espaço para o sexo feminino no mundo dos negócios, a “viúva Clicquot” enxergou além do seu tempo e não teve medo de se arriscar.
Mesmo sendo uma das maiores responsáveis por transformar o champanhe em sinônimo de luxo e glamour, a viúva Clicquot não inventou o espumante. Segundo documentos históricos, a bebida foi idealizada pelo monge beneditino Dom Pierre Pérignon alguns séculos antes dela nascer.
Curiosidades:
Por incrível que pareça, o nome da empresa, Veuve Clicquot (Viúva Clicquot em francês), não foi criado após a madame Clicquot ficar de fato viúva. Um pouco macabro, mas a denominação foi herdada por seu marido, François Clicquot, de seu pai Philippe Clicquot-Muiron, fundador da marca. Um detalhe: a empresa surgiu em 1772, no entanto, só decolou após a madame Clicquot ficar de fato viúva em 1805, 33 anos depois.
Teorias da conspiração a parte, a marca Veuve Clicquot cresceu e hoje tem o selo de autorização real da Rainha Elisabeth II para comercialização do champanhe na Grã-Bretanha. A madame morreu em 29 de julho de 1866, deixando uma empresa de sucesso, que atualmente é comandada pela neozelandesa Cloudy Bay Vineyards.
Dom Pérignon PrivéeVeuve Clicquot
Experiência exclusiva para os apreciadores de champagne
A Dom Pérignon, marca que se confunde com a origem da própria champagne, apresenta no Brasil as já famosas “Dégustations Privées”. A idéia surgiu para criar eventos sob medida para os clientes aficionados por Dom Pérignon ou amantes de grandes vinhos, transformando reuniões pessoais ou de negócios em experiências únicas e inesquecíveis.
As “Dégustations Privées” acontecem há algum tempo na França, Estados Unidos, Japão e México e são eventos em que a Dom Pérignon cuida de todos os detalhes para garantir o alto padrão dos encontros: produção dos convites, indicação de buffet ou espaço para o evento, seleção e serviço dos champagnes.
No Brasil, durante as degustações, o embaixador da Dom Pérignon no país apresenta a história do champagne e realiza provas comentadas dos vinhos e das harmonizações gastronômicas. Entre os exemplares da tradicional marca, é apresentada “La Trilogie”: Dom Pérignon Vintage, Dom Pérignon Rosé Vintage e, excepcionalmente, da adega pessoal do “Chef de Cave”, Dom Pérignon Œnothèque.
As “Dégustations Privées” acontecem há algum tempo na França, Estados Unidos, Japão e México e são eventos em que a Dom Pérignon cuida de todos os detalhes para garantir o alto padrão dos encontros: produção dos convites, indicação de buffet ou espaço para o evento, seleção e serviço dos champagnes.
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